segunda-feira, 14 de agosto de 2017

O NOVO QUE HÁ


Realizam-se com frequência simpósios e congêneres na área do direito, o que demonstra sede de saber e de aquisição de conhecimentos.


      Curiosamente, são sempre no campo civil ou no penal. Ainda que sejam a base dos outros, o Direito não se  constitui só deles. E o meio ambiente e a criminologia, por exemplo, que sequer compõem os currículos dos nossos diversos cursos?

Apesar da multiplicação dos eventos, os expositores são praticamente, sempre os mesmos. Gente de peso, não se negue, mas cujo pensamento já é sobejamente conhecido, está escrito nos anais constituídos por suas obras, publicadas pelos maiores editores do país. Nem se esqueça que em tais oportunidades divulgam-nas, assegurando  a continuidade da semeadura do próprio pensamento.

Jamais diria que se deva marginalizar-lhes a doutrina. Minha observação ao invés, é evidenciar ser  chegada a hora de serem ouvidos outros pensamentos, outras correntes, de se abrir espaço a quem vem buscando seu púlpito, que tendo captado na ferrenha batalha forense outras visões, quer submetê-la ao crivo dos julgamentos e vê-la formar um novo pensamento jurídico adequado  à realidade dos novos tempos.
  
Ninguém se olvidará de um Pontes de Miranda, Cesare Beccaria,  Rui Barbosa, o jurisconsulto brasileiro. Entretanto, com toda vênia necessária, convenhamos que tem muita gente por ai dizendo e bem sobre  direito e não é convidada  em tais oportunidades.

Sabemos que “os notáveis” são leitores assíduos das decisões que emergem das fontes salutares(?)constituídas pelo Superior Tribunal de Justiça e pelo Supremo Tribunal Federal; que eles baseiam ou confrontam o que doutrinam, afinados com os acordes dos acórdãos que de lá emanam. Só que lá, só chegam grandes causas ou causas de grandes.  O que é do povão mesmo não passa dos limites da primeira instância e é nessa planície que da tutela jurisdicional se reclamam respostas eficazes e capazes de provocar as transformações sociais  que urgem no mundo.

Por exemplo: trata-se de uma decisão de primeira instância, poucos têm ciência dela, pérola rara e que jaz imersa em uma caixa de arquivo, a sentença em vinte cinco laudas da preciosa  lavra  de uma  juíza federal, na qual, sabiamente, foi refutando cada uma das diversas acusações que pesaram contra aquele casal que supostamente teria comprado uma criança, quando na verdade  foram movidos “por motivo de reconhecida nobreza, podendo ser identificado como um sentimento natural inerente ao ser humano de perpetuar a espécie através da prole, independentemente de ser ela fruto de uma relação conjugal ou extra havida no seio  de outra família, uma vez que literalmente se entregaram, com paixão, à criança brasileira que estava fadada ao abandono ou  à entrega a quem se dispusesse criá-la”, disse a juíza. O casal não tinha filhos e boas condições para criar aquela.

Ambos sofreram muito e voltaram tristes de onde vieram. Os convocados estejamos atentos para o novo que há no mundo do direito. Vamos prestigiar, Há muita gente, aparecendo sempre mais numerosa por ai.

Marlusse Pestana Daher



domingo, 13 de agosto de 2017

ASSUNÇÃO DE MARIA AO CÉU


Quem vai a Éfeso, na Turquia, pode visitar a Casa da Virgem Maria, reconhecida como aquela em que a Mãe viveu os últimos dias de sua vida, levada por João, após a morte de Jesus, por medo de perseguições que pudessem atingi-la também. 

Já tive tamanha alegria. É uma sensação indescritível de paz que se prova, doce a sensação de estar pisando o mesmo solo que ela pisou, poder entrar na casa onde ela viveu.

Entre as pessoas do meu grupo, uma, a certa altura, me perguntou: “mas se ela viveu aqui seus últimos dias e não se vê um sinal de sepultura, nada que ateste o que é dito, parece estranho...”

Em Jerusalém, também existe um túmulo considerado como de Maria, na chamada “Abadia da Dormição”, um túmulo vazio, porque aquele corpo onde foi gestado o Filho de Deus, não poderia sofrer as consequências de estar na terra. Maria subiu de corpo e alma ao céu pelos méritos e com a força do seu divino filho Jesus.

Apesar da fé que desde sempre acreditou que a Mãe de Jesus foi assunta ao céu, a Igreja reservou-se o direito de deixar passar os anos, fortalecerem-se as certezas, para proclamar o dogma, isto é, uma verdade sobre a qual já não cabe mais cogitações ou dúvidas: Maria subiu de corpo e alma ao céu.

Foi no dia 15 de agosto de 1950, (há 67 anos) que o Papa Pio XII, o pastor angélico, solenemente o proclamou. É dia santo de guarda, como os domingos. No Brasil, entretanto, as comemorações foram transferidas para o domingo seguinte. E no dia  22, hoje,  teremos outra festa mariana ou da comemoração do: ”Nome de Maria”. 

Se pela Igreja esse acontecimento aconteceu muito tempo depois a  assunção ou “dormição” de Maria com a transferência de seu corpo para o para o céu, era reconhecido desde o século VI,  inclusive fazia-se uma procissão até o túmulo vazio de Nossa Senhora.

Santo Agostino ensina que a carne de Jesus é carne de Maria, logo o privilegio da assunção decorre do fato de no corpo de Maria, o filho de Deus ter-se encarnado, ter-se feito da natureza humana como nós. O DNA de Jesus era DNA de Maria.

Jesus ressuscitou, deixou o sepulcro ao terceiro dia,  o mesmo tinha que acontecer com o corpo  de Maria. O trono de Deus, o leito nupcial do Senhor, o sacrário crístico,  devia estar onde Ele próprio está. É mais digno conservar este tesouro no céu. A terra não era seu lugar.

A celebração desta festa  e como  a Igreja como faz em todo mês de agosto de cada ano, coincide com as comemorações do dia do Religioso, aquela pessoa que mediante os conselhos evangélicos entrega totalmente, sua vida a Deus. Assim o fez Maria, com aquele Sim que mudou a face da terra.

Façamos desse acontecimento, objeto das nossas reflexões nesta semana apesar de tantas outras coisas com as quais nos teremos de ocupar.

E que vivamos a esperança: Maria subiu céu, o mesmo acontecerá com nossos corpos, um dia também ressuscitarão, pelos méritos de Jesus, da sua dolorosa paixão que se fez resgate e pagamento por todos os nossos pecados.

Sirvam-nos estes pensamentos de motivação para fazer crescer em nós nossa confiança, em Maria, nossa Mãe, nossa estrela e guia. Só temos a ganhar.


                                                           Marlusse Pestana Daher                                                                               Do Programa "Cinco minutos com Maria"


quarta-feira, 28 de junho de 2017

ÉTICA PARA O NOVO MILÊNIO

ÉTICA PARA O NOVO MILÊNIO

        E aquele pecador desejou libertar-se da imensidão de todas as suas culpas. Ao assumi-las por inteiro, depara-se com uma dificuldade, enumerá-las. Mas está decidido,  então, queda-se penitente e diz: “senhor padre, só não matei, nem roubei, o resto fiz tudo”.

        Com certeza, muitos de nós vivemos posando como pessoas absolutamente éticas. Afinal de contas, somos discretos em todo nosso falar e agir, procuramos sempre dizer a palavra certa, na hora certa, evitamos qualquer coisa que possa melindrar o outro e na nossa vida profissional, situamo-nos sempre nos exatos limites das nossas atribuições e até em termo de espaço.
 
        Admitimos que a busca do lucro quanto mais alto possível, cortar apenas aquela árvore que está diminuindo um determinado espaço, deixar de apagar uma luz desnecessariamente acesa, não fechar uma torneira que está pingando, atirar lixo em via pública, enfim, não poupar qualquer gasto desnecessário, ou mesmo não evitar um esforço maior por parte de quem quer que seja, o de quem varre a via pública, e outros tantos congêneres são comportamentos aéticos?

        Em outros tempos foi possível a famílias viverem isoladas em uma extensão de terra, seus integrantes viverem cada um por si e pelos demais somente, plantarem juntos para comer o que colhessem . Hoje, quanto mais após a globalização, a interdependência  parte dos indivíduos,  passa pelas comunidades,  cidades e nações e alcança o mundo.

        Não há nada que afete um dos homens que não repercuta entre todos. Projeta-se na longevidade dos anos e irá atingir as futuras gerações e não se pode dizer: “por mais incrível que pareça”!  É crível sim, os dados e os fatos o atestam. Basta querer ver, ouvir, constatar.

        Não basta não ser homicida ou ladrão para não ser pecador, não basta ter-se criado uma redoma e nela ter-se enclausurado, para se poder dizer: sou ético.

        Nosso conceito de ética há de ser revisto, precisa ser acrescido de pressupostos novos nos quais ainda não tenhamos pensado, importa acrescentar-lhe novas nuances, dilatar-lhe os confins, se é que ética os tem.

        A onda de violência já não pode ser debitada apenas a fatores sociais ou às causas que determinam a pobreza. A perda de valores culturais como por exemplo, apenas para citar um, a que sofreram os povos indígenas, inclusive em relação às línguas que falavam. Por que hoje tenho que falar português e não tupi-guarani?

        Um vírus poderosíssimo infectou as máquinas que somos, destruiu nossas reservas de outros princípios morais que detínhamos, impede que aflorem os que se encontravam latentes e mantém muitos amordaçados.

        A configuração em que se mira a sociedade moderna carece de um esforço conjunto que determine a  possibilidade do desmascaramento de tudo que impede nossa marcha rumo ao sol. Urge crer na impossibilidade de ser feliz sozinho e nem mesmo a certeza da brevidade da vida console, quando se tratar de ser ético, pois, os netos dos nossos netos carecerão de um mundo mais  "vivível".

        Um ponto de partida pode ser a cooperação no sentido de preservar o meio, já que “todos têm direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado, bem de uso comum do povo e essencial à sadia qualidade de vida, impondo-se ao Poder Público (mas também a toda) coletividade o dever de defendê-lo e preservá-lo para as presentes e futuras gerações”. (CF art 225).

        Alguns do mundo empresarial, ao menos já estão cientes de que sustentabilidade não se separa do desenvolvimento e já não admitem crescimento sem erradicação da pobreza.


        Quem entender isto, admitirá a necessidade de se reconceituar ética, tal qual dela carece o novo milênio que avança sempre mais.

terça-feira, 27 de junho de 2017

MATE-ME, MAS NÃO ME BATA

Hoje, por acaso conversei com três pessoas que integram a "PASTORAL DE RUA", 
lembrei-me deste artigo, escrito em 2002, resolvi republicá-lo.

Durante todos estes anos em que trabalho com
os mais pobres, tenho entendido sempre
mais que o pior dos males, não é a lepra,
nem a tuberculose. É a sensação de não
ser querido, de não ser amado.

Está na rua “tem sete natais”, “bandidos” o expulsaram de sua casa,  não pretende mais voltar. Não tem segurança. Dorme em abrigos improvisados, quase sempre depois das quatro da manhã, porque até esta hora, deve vigiar “suas coisinhas” para ninguém roubar.

Vive de artesanato improvisado, tem os instrumentos mínimos de que precisa para confeccioná-los. É do que vive, sem compromisso com quem quer que seja.  “O filhinho que o Juiz lhe deu, criou até  “tomar prumo”, até assim... uns sete para oito anos e agora deixa com sua mãe lá em...”

Num “ontem”, nove horas da noite,  hora da “janta”  estava tomando um “leitinho e comendo um pãozinho”, sentado na calçada, com a mala de “suas coisinhas” do lado.

Ali perto, havia uma pessoa olhando uma vitrine de loja...   pelo aspecto,  tal qual canta  José Geraldo, alguém achou que  “devia estar querendo roubar”(?). Chamou a polícia que apareceu rapidinho, foi-me contando.

Um policial salta da viatura, dirige-se ao Tal e lhe dá um sonoro tapa no rosto. Em seguida “esquece do rapaz” dirige-se ao Zé  e com um  pau de mais ou menos um metro lhe dá dois golpes.

É o que se chama de adrenalina pura. Ou a pobreza em ninguém chega a ser tanta ou  capaz de negar-lhe o conceito ou o valor da própria dignidade?  E os lábios que sorviam um leitinho  (única coisa que podia comprar, pois, “nestes dias não estou vendendo nada”) se desprendem,  dando asas a indignação que explode:  “seu canalha, vagabundo, etc, etc, etc...  Mate-me, mas não me bata, eu não fiz nada!!!”

-          Não fez?  Retruca o agressor. Que mala é esta ai, cadê a maconha”? 
       
E começa a revirar tudo, espalhando pulseiras, cordões,  miçangas e contas... pela calçada e pela rua. A cena é dantesca para quem presa tanto a própria obra, tudo que tem, “as suas coisinhas” tão caras a ponto de deixar de dormir só para vigiá-las.

Afasta-se, não pode ver  “a devastação”. Sem rumo,  por onde passa se criam tangentes de uma circunferência. Um raio invisível,  inquebrantável, une-o ao lugar onde as “coisinhas” ficaram. 
Mais tarde, não queria, mas os amigos insistiam: “vai, vai, vai buscar suas coisas”. E foi. Foi também à Superintendência e aconselhado, “com um jeito delicado” a deixar para lá...

Há reparação para uma afronta desse porte? Um homem foi ferido no que tem de mais sagrado, sua alma! Aquelas duas “cacetadas” não doeram nas costas ou no braço esquerdo, onde ainda restava um hematoma, quando o vi, rasgaram-lhe as entranhas e lhe acrescentaram a descrença e a desconfiança que nutre pelos homens.

Um processo penal punirá o agressor? Absolutamente, não. Talvez uma indenização lhe suavizasse a mágoa como acontece nos Juizados Especiais. Já vi.  As vítimas saem de lá mais leves.

Pena que não se aplica no juízo militar.

Praza aos céus que o quanto antes esses cidadãos entendam que os demais são tão cidadãos quanto eles,  que lhes compete proteger, jamais, maltratar quem quer que seja.

Deus não gosta! mas não goooooooosta mesmo!!!

Marlusse Pestana Daher
Publicado em um jornal em 18/02/2002


sábado, 24 de junho de 2017

JOÃO BATISTA, O PRECURSOR

São João, São João, 
acende a fogueira no meu coração.

Enlevados pelos ritmos das quadrilhas, das canções etc.
acabamos por nos esquecer
quem é realmente esse João. 

Comemoramos hoje o nascimento de João o Batista. São Lucas nos conta que João nasceu numa cidade do reino de Judá, e que era descendente do santo patriarca Abraão, iniciador da historia do povo de Israel.

Foi ele a voz que clamava no deserto anunciando a chegada do Messias não cessando, jamais, de chamar os homens à conversão: “Arrependei-vos e convertei-vos, pois o reino de Deus está próximo”. Em suas pregações Insistia sempre para que os judeus, se preparassem pela penitência, pois estava próxima a chegada do Messias prometido.

Seu nascimento foi prodigioso, uma vez que sua mãe, Isabel, era estéril e de avançada idade. Ainda assim, viu ser possível realizar seu justo desejo: ter um descendente; Coube ao arcanjo São Gabriel a tarefa de levar o anúncio a Zacarias, seu esposo, deixando-o incrédulo: sua mulher dará a luz a um filho. O menino deveria chamar-se João e será o precursor do Salvador.

Pela graça de Deus o menino não foi morto no massacre dos inocentes quando milhares de crianças foram assassinadas na região de Belém a mando de Herodes.

Um fato peculiar durante a gestação de Isabel foi a visita que lhe fez Maria, quando o Verbo se fez carne no seu ventre.  Cheia do Espírito Santo, exclamou em alta voz: “Bendita és tu entre as mulheres e bendito é o fruto do teu ventre. Donde me vem esta honra de vir a mim a mãe de meu Senhor? Pois assim que a voz de tua saudação chegou aos meus ouvidos, a criança estremeceu de alegria no meu seio.” (Lc 1:39-44).

Essas circunstâncias, impregnados de um clima sobrenatural, foram preparadas sabiamente pela Divina Providencia para que o papel de João Batista fosse realçado como precursor de Cristo. 


Estando ainda em sua juventude, João retirou-se para o deserto. Nesse ambiente austero, recolhido e afastado dos homens ele preparou-se para sua missão. Vestido de pelos de camelo e um cinturão de couro, ele alimentava-se apenas de mel silvestre e gafanhotos. Com jejuns e orações, colocou-se por inteiro na presença do Altíssimo, levando uma vida extremamente coerente com seus ensinamentos. Permaneceu no deserto até por volta de seus trinta anos quando iniciou suas pregações às margens do rio Jordão.



Do programa "Cinco Minutos com Maria"
 que marca 23 anos no próximo 3 de agosto,  na Rádio América  
AM  690 - 27:55

quarta-feira, 21 de junho de 2017

MISSÃO E SERVOS

Vocês já repararam como a Igreja vem falando com mais intensidade e
frequência sobre missionariedade? Sem distinção de cor ou raça, de língua ou de credo, os Cristãos são chamados a ser missionários do Pai, porque a obra operada por Jesus Cristo, deveria continuar através dos discípulos e de todos quantos o amam. 

Sim, foi finalizada com sua afirmação tudo está consumado ao morrer na cruz, mas Jesus quis que a Boa Nova que Ele representou continuasse a ser proclamada em todos os tempos, não fora assim, o próprio Jesus não teria ordenado: ide pelo mundo inteiro e batizai todos, em nome da Trindade, único Deus, representada pelo Pai e pelo Flho (ele mesmo) e pelo Espírito Santo.

Foi a certeza desta vontade expressa do Mestre que levou o Apóstolo Paulo a entender as provações pelas quais estava passando no seu ministério e afirmou: completo em minha a carne o que falta à paixão de Jesus Cristo.

Não falta nada alguém dirá. A resposta se dá pelo mandamento que acima citei, ide... e porque estava provado que ainda hoje, mesmo diante do conhecimento da paixão de Jesus e de sua morte, muitos se recusam a crer, prescindem da presença de Deus em suas vidas e tentam viver como se Ele não existisse.

E se Maria é nosso modelo, temos o que aprender com ela: Maria é missionária, acima de tudo missionária, porque nela se realiza e se gesta o transbordamento do amor de Deus, representado por Jesus Cristo. Maria foi portadora de Jesus ao mundo.

João batiza Jesus.
Maria está sempre envolta dessa presença do mistério divino, desde o seu SIM, pelo qual tornou-se a mãe do Salvador (Lc 1, 26-38) até o seu SIM dolorido e sofrido aos pés da cruz de Jesus (Jo 19, 25-27). Ela se torna filha bendita por meio do amado Filho! Reconhecemos em Maria o autêntico itinerário que cada batizado deve trilhar para viver como missionário.


E a lição que ela nos transmite de como ser missionários concentra-se no que disse aos garçons nas Bodas de Caná:  “Fazei tudo o que Ele vos disser” (Jo 2,5). 

Os missionários, ou seja, todos os batizados, que gastam a sua vida à frente dos campos de missão ou no dia-a-dia do seu trabalho, da vida familiar e das ações eclesiais encontram em Maria o modelo perfeito de dedicação e fidelidade, pois ela se consagrou totalmente como Serva do Senhor.

segunda-feira, 19 de junho de 2017



Como as fontes!


ACADEMIA MATEENSE DE LETRAS - Amaletras
    CONCURSO LITERÁRIO ELZA CUNHA –                          Edição  2017                                                         

EDITAL 01/2017

A Academia Mateense de Letras – Amaletras – São Mateus – ES – (Brasil) torna público que se encontram abertas até o dia 15 de outubro do corrente ano, concurso literário em prosa (conto ou crônica) ou poesia. Tema livre, não preconceituoso, obedecidos princípios morais. Prosa, máximo duas laudas, poesia máximo 50 versos.

Poderão concorrer pessoas de todo o Brasil ou do exterior desde que falem português.

Uma comissão qualificada fará avaliação dos trabalhos e da sua decisão não caberá recurso.

Os textos deverão ser apresentados em fonte Verdana, espaço 1,5, folha A4 e podem ser enviados para o e-mail  dahermp@hotmail.com. Identificado com pseudônimo.

Em se tratando de remessa eletrônica, faculta-se a identificação do autor (nome, pseudônimo, endereço postal, e-mail) num segundo anexo.

Alunos do ensino médio e fundamental devem colocar ao lado do respectivo pseudônimo, idade e ano que cursa, além da respectiva autorização pelos pais, se menores de 18 anos.

Serão classificados três trabalhos em cada gênero. Os primeiros classificados receberão a Comenda “Elza Cunha” com respectivo diploma, além do Certificado de participação. Os segundos, receberão uma medalha de mérito e Certificado de participação. Os terceiros lugares receberão Certificados de participação. Todos terão seus trabalhos publicados na Amaletras – Antologia III, no ano de 2018, salvo manifestação contrária no ato  da inscrição. Receberão ainda respectivamente: quatro, três e dois exemplares da antologia.

Não haverá devolução dos trabalhos. 

São Mateus, 19 de junho de 2017.